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Alerta para água parada no cemitério nas homenagens aos finados.

Publicado em 31/10/2018 às 11:50 - Atualizado em 31/10/2018 às 11:50

Porta velas, vasos, floreiras tornam os cemitérios locais que requerem atenção. O cuidado é redobrado na época de finados, quando o aumento da temperatura, a maior incidência de chuva e as homenagens prestadas pela população nos cemitérios criam ambientes propícios à proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissores de doenças graves como dengue, zika vírus e febre chikungúnya.

O Governo do Município e o Departamento de Vigilância Sanitária da Secretaria da Saúde alertam a população para escolher os objetos que serão levados aos túmulos, dando preferência aos vasos de flores livre de plásticos e sem prato embaixo, sempre preenchidos com terra, pedras ou areia, com furos na base.

Como a reprodução do mosquito é muito rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore para interromper o ciclo de transmissão e contaminação. Segundo estudos, o mosquito Aedes Aegypti vive em média 45 dias e neste período pode contaminar até 300 pessoas.

Segundo o Departamento de Vigilância Sanitária, mesmo com o trabalho desenvolvido pelos agentes, a falta de manutenção dos jazigos ou até mesmo o abandono por parte dos proprietários, pode contribuir para a procriação do Aedes Aegypti. “Aproveitamos o período com maior fluxo de visitantes para reforçarmos a solicitação para os proprietários realizarem a manutenção constante dos jazigos, evitando o acúmulo de água parada nestes locais no decorrer do ano”.